torna-se um BORRÃO onde foram
escritos todos os nomes da natureza.
Não deixe esse caderno tornar-se ilegível.
Não compre nem enjaule
animais silvestres.
RESPONSABILIDADE SOCIAL:GARIS'NAT = Garis da Natureza em prol do Planeta Harmonia, SEBINHO LUTA pela LEITURA e, muito mais: PREPARAÇÃO VESTIBULAR - COM DICAS FÁCEIS DE LÍNGUA PÁTRIA. BCCCV - Batalhão de Cidadania e Civilidade Contra a Violência existe para trazer aos jovens uma forma prática e dinâmica de estudar a Língua Pátria: Amando-a; fazendo o bom uso da escrita e da fala - tudo sustentavelmente. Reciclando-a nos seus cinco níveis de linguagem.


O problema não é exatamente o singular ou plural, um chefe ou dois, pois o pronome vós também pode ser empregado para uma só pessoa (ver Não Tropece na Língua 143 – Reflexões sobre vós). A incorreção está no uso do pronome “vos” [encaminho-vos, informo-vos] para um destinatário que não deve ser chamado de “vós”, mas de Vossa Senhoria ou Vossa Excelência, os pronomes de tratamento mais comumente usados na correspondência oficial e que pertencem à 3ª pessoa. O mesmo acontece com o possessivo de 2ª pessoa "vosso(a)", que é incompativel com V. Sa. e V. Exa.
A confusão pode se justificar pela proximidade do pronome "vossa" que ali se vê, mas sou obrigada a dizer brincando que "uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa".
(Vozes de Não Tropece Na Língua)
A LITERATURA NA ESCOLA.
.. Ensinar Literatura constitui-se tarefa árdua. Isso se justifica pela natureza artística das obras literárias que, em princípio, deveriam estar à disposição do deleite do espírito, do ludismo, do prazer. Nutriente fundamental da alma humana, porque expressão de subjetividades, de realidades virtuais, de mitos, não há como sair atrás de fórmulas a utilizar em sala de aula. Tal empresa pode ser uma das grandes responsáveis pelo fracasso do Ensino da Literatura nos bancos escolares.
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Associar o lúdico, o prazeroso à obrigação aproxima-se do dilema do homem barroco que buscava conciliar o inconciliável. E não é à toa que os professores se frustram com os resultados de tarefas que solicitam após a leitura de obras literárias. Também não é à toa que muitos alunos têm aversão a tais atividades, o que vem em desabono a todas as campanhas feitas em prol da formação de leitores, fator indispensável à construção da cidadania de um povo. Já não surpreendem os educadores atitudes de alunos que leem apenas a “orelha” do livro, ou o início e o fim da obra, ou mesmo copiam o que outros colegas, muitas vezes de anos anteriores, entregaram sobre o mesmo texto.
PROJETO DE ENSINO: Será possível vislumbrar saídas para que a Literatura ocupe um lugar privilegiado na escola no sentido de sensibilizar o espírito humano em contraposição ao bem armado jogo do faz-de-conta? Será possível pensar a Literatura nos bancos escolares como força capaz de provocar o aprimoramento e a evolução do homem em suas potencialidades? Será possível pensar que a Literatura, com todo o seu potencial humano, possa, instalada na instituição escolar, promover o grande sonho do educador espanhol, Francisco Ferrer: “Queremos homens capazes de evoluir sem cessar, capazes de destruir no bom sentido, de renovar incessantemente a sociedade, de se renovarem a eles próprios, homens cuja independência intelectual será a maior força que nunca hão de estar presos a nada; sempre prontos a aceitar o que é melhor, felizes com o triunfo das idéias novas, aspirando viver vidas múltiplas, numa só vida”.