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domingo, 13 de agosto de 2017

CHARLES DICKENS:

Grande nome das artes:

Ele é um escritor inglês, nascido em 1812 e falecido em 1870. Foi ele, Charles Dickens, o mais popular dos romancistas ingleses, autor de clássicos como “David Copperfield”, “Oliver Twist”, “Christmas Carol”, entre outros. Na juventude trabalhou em fábrica de tinturas, em cartório, em jornais como repórter e redator de peças curtas em alguns periódicos. Casou com Catherine Hogarth e teve dez filhos.

Em 1836 lança sua primeira obra “Esboço de Boz”.Um ano depois tornaria-se reconhecido com “Memórias do Sr. Pickwick”, que foi publicada durante 20 meses em um jornal, em formato de folhetim. E desta mesma maneira publicou mais de 14 obras, em folhetins. E muitas vezes recebia sugestões de leitores através das cartas ao autor.
Em 1838 lançou o mais sombrio e sinistro de seus romances, “Olivier Twist”, neste ele descreve os horrores do trabalho nas usinas. Um ano depois lançou “Nicolas Nickleby”, uma obra tragicômica, em crítica aos colégios internos e professores perversos. Quatro ano depois publicaria “A Christmas Carol”.
Em 1850 escreveu um romance autobiográfico, “David Copperfield” (1850), Sempre retratando as obras de forma social, sobre as condições econômicas da época, que eram bem contrastantes, onde abordava trabalho infantil, pobres miseráveis, além dos aspectos ruins da época da revolução industrial.
Por suas obras ficou famoso e acabou criando sua companhia de teatro, viajou pelo país com o teatro e escreveu muitas peças. Algumas vezes atuou como ator. Separou-se de sua mulher em 1858 e casou com uma atriz, Ellen Ternan com quem viveu até os últimos dias vida, falecendo de uma acidente vascular cerebral, em Higham, Inglaterra.

Leituras para conhecer a obra de Charles Dickens:

A primeira é a mais famosa, David Copperfield. Quando o pai de David Copperfield morre, sua mãe é forçada a casar-se com um homem cruel e dominador. A vida do pequeno David é de pobreza e dureza. Ele decide, então, fugir para Dover e se refugiar com uma tia.
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A segunda sugestão é Canção De Natal, ilustrado por Quentin Blake. Dickens escreveu essa história aos 31 anos, quando já era famoso, e aproveitou algumas lembranças da infância pobre: quando seu pai foi preso por dívidas, o menino Charles vendeu os livros que tinha e foi trabalhar numa fábrica. Anos depois uma herança iria melhorar a situação da família, mas ficaram as marcas no futuro escritor. Nessas páginas notáveis, o sovina Ebenezer Scrooge recebe uma lição de amor e boa vontade, o que lhe dá a chance de evitar um futuro de aridez e abandono.

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Por fim, indicamos outra grande obra, Oliver Twist-HQ, história em quadrinhos. A vida de Oliver Twist tem sido dura e desesperadora. Com a morte de sua mãe durante seu nascimento, e sem nenhuma ideia de quem possa ser o seu pai, Oliver passou seus nove primeiros anos de vida lutando para sobreviver em um mundo hostil para órfãs como ele. Depois que Oliver se envolve com o inescrupuloso Fagin e o sinistro Bill Sikes, ele acaba ferido durante um assalto. Resgatado pelas vítimas de Sikes, a jovem Rose, e sua guardiã, Sra. Maylie, o garoto enfim encontra um adorável lar, com pessoas que se importam com ele. Mas por quanto tempo vai durar a felicidade de Oliver? Especialmente agora que Fagin está conspirando com um estranho misterioso, que tem informações do passado do menino, e quer torná-lo um criminoso.
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Fonte: Varejão do Estudante

ALQUIMIA:

Você sabe o que é alquimia?

Podemos dizer que alquimia é a química da Idade Média, que buscava o elixir da vida. Ela une noções de química, física, astrologia, arte, metalurgia, medicina, misticismo e religião. A crença mais difundida é a de que os alquimistas buscam encontrar na Pedra Filosofal, mítica substância, o poder de transformar tudo em ouro e, mais ainda, de proporcionar a quem a encontrar, a vida eterna e a cura de todos os males.

Embora a alquimia não seja atualmente compreendida como uma ciência, tal como o conhecimento científico é hoje concebido, ela é considerada uma ancestral da química moderna e da própria medicina. Isso aconteceu na metade do século XVI. Nesta época, alquimia saiu de cena para que a ciência química, que estuda a composição e reações da matéria, passasse a ser o foco no trabalho experimental com a matéria.
A química, portanto, é o avanço da alquimia, uma vez que utiliza métodos mais modernos e eficazes, principalmente ao testar teorias por meio de experimentos. Atualmente podemos dizer que a alquimia representa a mistura de substâncias, que também se baseia na química, é claro.
Fonte: Varejão Estudante

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

10 PALAVRAS ERRADAS que parecem certas:

Hoje queremos testar os seus conhecimentos. Muitas vezes falamos a palavra diversas vezes no nosso dia a dia, mas nem sempre fazemos da maneira correta. Você sabia disso? E na hora de escrever é que a história fica realmente complicada. Então, colocamos dez frases e três forma de escrever a resposta. Apenas uma delas está correta. A resposta está no finalzinho do post. Não vale olhar antes de marcar tudo ok? Vamos ao desafio?

1 – Olá, você teria um horário para fazer a minha….?
a) Sombrancelha
b) Sobrancelha
c) Sonbrancelha
2 – Hoje nós vamos para um evento. Será um chá…
a) Beneficiente
b) Beneficente
c) Beneificente
3 – A água ferve a 100ºC. Logo, este é o seu ponto de…
a) Ebulição
b) Ebolição
4 – Pressione a tecla … para liberar o portão
a) Aste-risco
b) Asterístico
c) Asterisco
5 – Ela não aguentou a pressão de estar sob os…
a) Holofotes
b) Holofortes
c) Holo-fotes
6 – Você pode tomar a sopa em um prato fundo ou em uma…
a) Tigela
b) Tijela
7 – Meu cabelo está péssimo, preciso marcar uma hora no…
a) Cabeleireiro
b) Cabeileireiro
c) Cabelerero
8 – Você não tem 18 anos, preciso que me mostre seu documento de…
a) Indentindade
b) Indentidade
c) Identidade
9 – E muito … ter os meus amigos juntos de mim.
a) Prazeiroso
b) Prazeroso
c) Praizeroso
10 – Prefiro gastar apenas no que é essencial. Em tempos de crise não há espaço para…
a) Supérfulos
b) Supérfluos
c) Supérfolos
Respostas:
1-b, 2-b, 3-a, 4-c, 5-a, 6-a, 7-a, 8-c, 9-b, 10-b

[Varejão do Estudante]

quarta-feira, 26 de julho de 2017

VERBO SER: EM ORAÇÕES NOMINAIS

CASO DE NÃO OMISSÃO:
O BCCCV informa:

 
Por outro lado, está havendo um exagero na área jurídica quanto ao corte de palavras, a ponto de estarem suprimindo o verbo ser de orações nominais. 

É o caso, por exemplo, de “Portanto, correta a aplicação da revelia no caso”, em que não aparece nenhum verbo.

Pode-se afirmar que é estilo. De fato, na linguagem oral às vezes se omite, antes do adjetivo, a forma verbal é, que se “engole”: até soa bem a fala “importante dizer” em vez de “é importante dizer”.

 Na escrita, porém, deve-se preservar a sintaxe com o uso do verbo ser [em negrito, abaixo]:   
 
Contudo, é mister ressaltar que o julgador não estava adstrito aos fatos.
 
Não há prova disso, todavia é indubitável que o protesto no tabelionato de títulos foi indevido.
 
Por isso, é cabível a conversão de ofício da ação cautelar em ação ordinária.
 
Não havendo irregularidade, é inviável a declaração de nulidade do ato.
 
Tratando-se de imóvel fronteiriço, é certo que o terreno interessa à empresa.



 Maria Tereza de Queiroz Piacentini

CONJUNÇÃO INTEGRANTE: QUE (omissão ou não):

Fala-se hoje de duas possibilidades de omissão do que na função de conjunção integrante – conectivo que introduz uma oração subordinada substantiva:

O BCCCV informa:


OMISSÃO - PRIMEIRO CASO
 
É possível omitir a conjunção “que” quando o verbo da oração subordinada que ela introduz está no modo subjuntivo, uma vez que o subjuntivo já dá a indicação de se tratar de uma oração subordinada. 
 
Por exemplo, em vez de escrever “O juiz disse que é viável que seja suplantado o total de pena previsto”, alguém escreve “O juiz disse que é viável seja suplantado o total de pena previsto”. O primeiro que, também conjunção integrante, não poderia ser jamais suprimido da frase (observe, na 1ª or. subord., o verbo no indicativo: é). Mas o segundo “que” não só pode como até deve ser omitido, para evitar o eco, a repetição (observe, na 2ª or. subord., o verbo no subjuntivo: seja).
 
Seguem-se outros exemplos, tendo-se em mente que essa omissão não é obrigatória, nem é muito comum; é apenas uma questão de estilo, principalmente em frases onde já existem outros ques
 
O juiz que condenar o réu a indenizar a perda sofrida pelo veículo do autor pode determinar [que] sejadescontado o valor da carcaça.
 
Requeremos a V. Exa. [que] seja deferido o abono pelas razões acima apresentadas.
 
Ao argumento de que a atitude narrada lhe causou prejuízos, pretende o autor [que] sejam declaradas nulas as cláusulas contratuais que previam a extinção da avença.
 
Ele disse que lamenta [que] tenha nossa correspondência se espaçado tanto.

 
OMISSÃO - SEGUNDO CASO
 
É possível suprimir a conjunção “que” depois de orações que utilizam os verbos impessoais haver ou fazer para indicar tempo transcorrido:

 
Faz três semanas [que] não chove. 
 
Faz 10 meses [que] estão se preparando para o concurso.
 
Há dias [que] não vejo tia Laura caminhando na calçada.
 
É de se notar que na ordem inversa não se usaria, de qualquer modo, a conjunção – aí a oração impessoal age como se fosse uma locução adverbial de tempo:
 
Não chove faz três semanas. 
 
Estão se preparando faz / há 10 meses. 
 
Não vejo tia Laura há dias.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

MONTEIRO LOBATO:

Muito além do Sítio do Picapau Amarelo!

Quantas crianças não aprenderam (e até hoje aprendem) a ler com as histórias de Monteiro Lobato?! O grande escritor de livros infanto-juvenis, criador do Sítio do Picapau Amarelo, que nasceu em 1882, em Taubaté, São Paulo, continua a ser reverenciado nos dias atuais. Em homenagem ao seu nascimento, no dia 18 de abril é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil. Uma homenagem muito justa.

Mas existem algumas curiosidades da vida do escritor que poucas pessoas conhecem. Você sabia que ele inaugurou a primeira editora nacional: Monteiro Lobato & Cia. Até então, os livros que circulavam no Brasil eram publicados em Portugal. Por isso, as iniciativas de Lobato deram à indústria brasileira do livro um impulso decisivo para sua expansão.
Em 1926, foi nomeado adido comercial da embaixada brasileira nos Estados Unidos, de onde trouxe um notável livro de impressões: América. Usou, assim, suas principais armas em prol do nacionalismo no tocante à exploração de ferro e petróleo no Brasil: os ideais e os livros.
Preocupado com o desenvolvimento econômico do país, chegou a fundar diversas companhias para a exploração do petróleo nacional. O fracasso dessa iniciativa deu-lhe assunto para um artigo: O Escândalo do Petróleo. Já, sob o Estado Novo, sua persistência em abordar esse tema como patriota autêntico valeu-lhe três meses de prisão.
Mas foi no público infantil que Lobato reencontra as esperanças no Brasil. Escrever para crianças era sua alegria, por isso adorava receber as cartinhas que seu pequenino público escrevia constantemente. Achava que o futuro deveria ser mudado através da criançada, para quem dava um tratamento especial, sem ser infantilizado. O resultado foi sensacional, conseguindo transportar até hoje muitas crianças e adultos para o maravilhoso mundo do Sítio do Picapau Amarelo.
Se você tem filhos e quer incentivá-los a lerem, uma boa dica é apresentar os livros de Monteiro Lobato. O melhor, é que o contato com a literatura pode começar aqui no computador. Basta acessar o site http://lobato.globo.com/. Outra dica e o endereço http://www.projetomemoria.art.br/ ou até mesmo conhecer histórias de Saci, um dos seus personagens http://www.sosaci.org/.

Com informações do site graudez.com.br

AUMENTATIVOS e DIMINUTIVOS: rapidinha

Você já notou que quando queremos nos expressar sobre determinadas coisas, muitas vezes precisamos mudar a palavra um pouco para que ela descreve melhor a realidade, principalmente para falar se uma coisa é grande ou pequena demais? Nesses casos usamos termos aumentativos para coisas grandes e diminutivo para o que é pequeno.
O BCCCV informa:

Vamos aos exemplos:
Se você vai em uma sorveteria e quer tomar muito sorvete, você pede um sorvetão.
Mas se você está em uma lanchonete e não está com muita fome, você faz um lanchinho.

Mas atenção, tanto no aumentativo como no diminutivo, existe a construção dessas palavras, que podem ser regulares e irregulares.
No aumentativo que são regulares, basta acrescentar o “ão” ou o “zão”. Exemplo: olhão, lobão, lapisão, meninão.
No diminutivo regulares, a regra é semelhante. Basta acrescentar a terminação “inho” ou “zinho”, veja só: aulinha, bonequinha, canequinha, menininho, menininha.

Já, os irregulares não seguem uma regra única.
No aumentativo temos como exemplo:
muro – muralha
nariz – narigão
navio – naviarra
No diminutivo temos:
farol – farolete
fio – filete
gota – gotícula
Também podemos expressar como as coisas são grandes ou pequenas usando expressões específicas, como: alegria enorme, dor imensa, brinquedo pequenino.
Estude mais sobre o assunto, são muitos os diminutivos e aumentativos de nossa Língua Pátria!