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sábado, 13 de janeiro de 2018

DICAS DE LEITURA PARA CRIANÇAS:

Leituras para brincar e se divertir:

Brincar nunca é demais. Por isso, estamos indicando leituras bem legais. A primeira delas é Mundo de O Om Nom – Livro De Brincadeiras, da Equipe Editora Carochinha. Astro da série de jogos ‘Cut the Rope’, Om Nom estreia agora em livro, com histórias, brincadeiras e um montão de adesivos que vão divertir, instigar e estimular o raciocínio lógico das crianças. Sem esquecer, é claro, os divertidos amigos de nosso herói, sempre prontos para ajudá-lo.
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A segunda dica é o Melhores brincadeiras musicais da Palavra Cantada. Nesta publicação, a Palavra Cantada traz diversos jogos e brincadeiras criados com base nas suas músicas de sucesso. No DVD, você aprende como brincar. Além de ouvir e se divertir com “Sopa”, “Rato”, Fome Come”, “Ciranda” e muitas outras canções, você vai aprender o que é ritmo, melodia, timbre, acorde, pulso, intensidade e outras coisas fascinantes do mundo da música. Convide a família, os amigos e divirta-se com As Melhores Brincadeiras Musicais da Palavra Cantada!
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Por fim, a sugestão é o livro A brincadeira, de Milan Kundera. Um estudante envia um cartão-postal ironizando o dogmatismo comunista. Punido com anos de trabalho braçal, ele tentará se vingar, mas não sem enfrentar uma série de perguntas. No centro dessa narrativa, contudo, não está a História nem a política, mas sim os enigmas da existência humana.
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Fonte: Varejão do Estudante.

PREFIXO TELE: Rapidinha de Português:

Com hífen ou sem hífen? Quando?
BCCCV esclarece:


TELE



Alguns estabelecimentos comerciais já estão seguindo a regra oficial no tocante ao prefixo TELE, qual seja: unir sem hífen os dois elementos da composição, com uma exceção: diante da letra E usa-se o hífen

Exemplos: televendas, teleteatro, telemaníaco, teleguiado, telecurso, teleconferência, telepizza, telemarketing, teleaviso. 


Exceção: tele-entrega, tele-educação, tele-estreia, tele-equipamento.




No caso de composição com palavras que iniciem com S ou R, deve-se dobrar essas letras para que se preserve a pronúncia: 

telessala, telessupervisão, telessistema, telessegurança; telerreunião, telerrecepção, telerrobô, telerradiodifusão.


Maria Tereza de Queiroz Piacentini

VOCATIVO:

RAPIDINHA DE PORTUGUÊS:
BCCCV informa:


Vocativo é o termo que serve para chamar alguém. Pode ser um nome de pessoa, de país, de cidade, um apelido, um adjetivo carinhoso, um termo chulo, uma xingação. Basta ser um chamamento para ser um vocativo em termos gramaticais. E é evidente que no título acima “Brasil” funciona como um chamamento, uma convocação. É o mesmo caso de:
 
Você viu o doutor, José?

Vou lhes contar um outro caso, pessoal.

Ouça, meu amigo.
 
Agora, ao encontrar essas mesmas frases sem a vírgula você as leria de modo completamente diferente, pois elas passariam a ter significado diverso. Confira:
 
Você viu o doutor José?

Vou lhes contar um outro caso pessoal.

Ouça meu amigo.
 
Mesmo quando não existe o perigo da ambiguidade ou do sentido obscuro, a vírgula é obrigatória:
 
Mercedes, podes me trazer um café?

Vejam que a situação mudou, meus caros.

Ó céus, o que foi que eu fiz?

Olha lá, seu tolo, o que você está dizendo!

Oi, Alex

Acorda, Brasil, está na hora da escola.
 
Observe que:
1) o vocativo é separado por uma ou duas vírgulas, dependendo da sua posição na frase;

2) a partícula “ó” poucas vezes acompanha o vocativo, embora seja sempre admissível à sua frente; ela serve para identificar o vocativo em caso de dúvida: Avança, (ó) Brasil; (ó) Mercedes, vem cá.

Maria Tereza de Queiroz Piacentini

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

STEPHEN KING: Grandes nomes das artes e Literatura

Stephen King. Norte-americano, nascido em Portland, em 1947, ele é o célebre autor de uma famosa publicação: Carrie ou Carrie, a estranha como ficou conhecida a obra no cinema, seu primeiro romance publicado em 1974.


Dizem que foi o fato de ter visto um grave acidente de um amigo na infância que o fez se inspirar em histórias horripilantes, fato que ele nega. Escritor de best-sellers do gênero terror, ficção e fantasia, quase todos os seus livros foram adaptados para cinema ou TV. Graduado em licenciatura em Inglês, iniciou a carreira lecionando na Hampden Academy. Tendo já publicado dezenas de livros, também escreveu episódios para a série Arquivo X
Seus livros foram publicados em mais de 40 países e venderam cerca de 400 milhões de cópias, sendo o 9º autor mais traduzido no mundo, com 200 contos e mais de 50 livros, que encantam várias gerações de leitores. Dentre as obras famosas adaptadas ao cinema podemos citar “Conta Comigo”, “Um Sonho de Liberdade”, “Eclipse Total”, “Lembranças de um Verão”, “O Iluminado”, “Louca Obsessão” e “À Esperança de um Milagre”,. Toda essa façanha literária e cinematográfica o levou a ganhar, em 2003, a Medalha Nacional da Fundação do Livro.
Fonte: Varejão do Estudante.

MARIO QUINTANA:

GRANDE NOMES DAS ARTES E LITERATURA:

Poeta, escritor, jornalista e tradutor, Mario Quintana – sem acento agudo mesmo, como ele mesmo disse que foi registrado, nasceu em 1906, na cidade de Alegrete, no Rio Grande do Sul. Faleceu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre. Solitário, não casou, nem teve filhos.
Referenciado como o “poeta das coisas simples”, seu estilo é reconhecido pela perfeição técnica, humor, ironia e profundidade. Escritor de dezenas de obras autorais, entre poemas, antologias e livros infantis, ele traduziu cerca de 130 obras da literatura universal, a exemplo de Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust e Mrs Dalloway, de Virginia Woolf, e autores clássicos como Giovanni Papini, Voltaire e Maupassant.
Foi indicado para a Academia Brasileira de Letras em 1940, ano em que publicou seu famoso livro de poemas, “A Rua dos Cataventos”, bastante utilizado como livro de leitura escolar. Recebeu, em 1980, o Prêmio Machado de Assis da ABL e, um ano depois, o Prêmio Jabuti, de Personalidade Literária do Ano. Treze poemas seus foram musicados pelo maestro Gil de Rocca Sales, para o recital de canto Coral Quintanares, sendo apresentado pela Madrigal de Porto Alegre, na Casa de Cultura Mario Quintana.
Entre as suas obras mais conhecidas estão: A Rua dos Cata-ventos (1940), Canções (1946), Sapato Florido (1948), O Batalhão de Letras (1948), O Aprendiz de Feiticeiro (1950), Espelho Mágico (1951), Antologia Poética (1966), Quintanares (1976), Lili Inventa o Mundo (1983), O Sapato Amarelo (1984), entre outros. Por sinal, o livro Lili Inventa o Mundo, teve montagem para o teatro infantil, por Dilmar Messias.
Dentre os poemas, o mais conhecido é o Eu Passarinho, publicado na série Para gostar de ler 41. Suas obras também foram muito elogiadas por autores de renome como Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Morais, Cecília Meireles, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira.
Fonte: [Varejão do Estudante]

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

"AU PAIR" - A ESCRAVIDÃO MODERNA:

Muitas pessoas, principalmente os jovens, sonham atualmente em deixar o Brasil e viver no exterior. A falta de uma boa gestão política, de um mercado seguro, com carreiras instáveis, e um próprio cenário trabalhista, tributário e previdenciário incertos, trazem a tona hipóteses de migração de mão de obra nacional para o exterior.

Entre as tarefas mais buscadas, sem dúvida algumas 'au pair' é uma delas.
Em vários portais sobre o tema, como o culturalcare, temos o seguinte conceito:
Ser au pair é muito gratificante, você terá a oportunidade de conhecer um novo país e uma nova cultura, mas a melhor parte desta experiência é poder cuidar das crianças de sua família anfitriã.
Já no aupairnoseua, temos a seguinte definição
“Au Pair” é uma palavra francesa bem antiga que significa “ao par” ou “igual”, referente ao trabalho que as pessoas costumavam oferecer em troca de alojamento ou comida. Hoje em dia, a palavra tem o mesmo significado para um trabalhador que recebe um salário normal, mas que geralmente mora com a família, e, em troca, realiza algumas tarefas domésticas, como cuidar de crianças e da casa.
Deste modo, vendo que trata-se de uma função similar à de uma babá, cuidadora ou doméstica em geral (há controvérsias), a função é extremamente simples do ponto de vista operacional, mas amplamente criticada, e com razão.
G1 trouxe uma reportagem especial sobre o tema, abordando a polêmica surgida no Reino Unido acerca dos "au pair".
Segundo estimativas da Universidade de Londres, só no Reino Unido existem cerca de 100 mil au pairs, então o número deve ser absurdamente maior se contarmos a União Europeia e os EUA.
O grande problema é que na legislação internacional, inexistem normas acerca dessas atividades, que em sua grande essência são ao mesmo tempo: intercâmbio/estudo/trabalho.
No entanto, as recentes denúncias sobre abusos, maus tratos e pasmem, más condições de trabalho, tem colocado em cheque a eficácia dos programas.
No entanto, nem tudo é uma tragédia. Na Irlanda, em que pese a inexistência de norma expressa, o Ministério do Trabalho do país reconhece direitos trabalhistas a essa nova classe, como o portal e-dublin já anunciou em janeiro de 2017.
Na França, onde se originou o termo "au pair", aliás, desde 1971 existe legislação que regulamenta a matéria, que exige os seguintes requisitos para os interessados:
  1. Ter entre 17 e 30 anos
  2. Não ter nacionalidade francesa
  3. Ter conhecimento básico do francês
  4. Disponível de no mínimo 3 meses a 1 ano (podendo estender por mais 1 ano)
  5. Ter diploma do ensino médio
  6. Ser solteiro e sem filhos
  7. Possuir passaporte válido
  8. Possuir meios para arcar com as despesas de viagem (custo do visto, passagem aérea)
O tema é novo e enseja debates. Aos jovens que sonham em sair do Brasil e tentar uma vida no exterior, este parece ser um dos caminhos mais viáveis, mas como tudo na vida, demanda cuidado. 
[Jusbrasil - Lucas Domingues]

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

MIM: Rapidinha de Português

O BCCCV esclarece:

(Para mim estudar é uma alegria.)
Nada de errado nessa construção. 
Porém, nesse caso, o pronome oblíquo mim não é sujeito de estudar.
Observe que houve apenas uma inversão da ordem natural da frase. 
Em ordem direta teríamos: Estudar é uma alegria para mim.
Onde “para mim” funciona como complemento de estudar.
Para deixar clara a função de complemento de “para mim, recomenda-se separá-lo do verbo por uma vírgula.
Exemplo: Para mim, estudar é uma alegria.
Outros exemplos: Para mim, subir a escada é difícil.
Invertendo: Subir a escada é difícil para mim.

Fonte: 1001 dúvidas de português, de José de Nicola e Ernani Terra. Editora Saraiva.