domingo, 9 de junho de 2013

CRASE COM LOCUÇÕES PREPOSITIVAS


USO DA CRASE COM LOCUÇÕES PREPOSITIVAS:
[quanto a, junto a, relativamente a, etc.]

A locução prepositiva é composta de dois ou mais vocábulos,
sendo o último deles uma preposição
simples (ex.: ao lado de, de acordo com, frente a).
Sua função é a mesma da preposição. Só nos
interessam agora as locuções que acabam na preposição a,
pois estas exigem o a craseado 
quando se ligam a um substantivo feminino determinado.

Como são relativamente poucas as locuções que se enquadram nesta categoria,
pode-se memorizá-las para evitar os condenáveis erros de crase:

1. Graças à competência do médico, o menino se curou completamente.

2. Em atenção à reclamação formulada por sua empresa, revisaremos o produto.

3. Foram abertas inscrições com vistas à renovação da diretoria.

4. Nada apuramos quanto à participação da nossa equipe no campeonato estadual.

5. Em relação à solicitação de emprego que V. Sa. nos fez, nada podemos adiantar.

6. Qual seu interesse relativamente às tabelas afixadas no mural?

7. O governo se calou no tocante às perguntas sobre o empréstimo compulsório.

8. Qualquer matéria com referência à música minimalista é de nosso interesse.

9. Face às necessidades detectadas, novas prioridades serão estabelecidas.
[V. também Não Tropece na Língua 024]

10. Qual foi sua atitude com respeito à difamação?

11. O carro pifou próximo à rua onde morávamos.

12. Frente às reivindicações dos funcionários, a diretoria fará alterações no quadro.

13. Parou em frente às galerias.

14. Vamos nos encontrar defronte à barbearia do Luís.

15. Viajou em direção à fronteira.

16. O governador logrou êxito junto às autoridades federais para que fossem liberadas
outras linhas de crédito.
O uso de junto a em frases desse tipo (e outras como:
solicitar providências junto a, conseguir/obter/acertar/fazer pedidos junto a alguém)
é condenado por puristas. Contudo, não há como negar a sua frequência em artigos 
de jornais, revistas e correspondência em geral. Estritamente falando, junto a significa 
apenas “perto, próximo, ao lado”, por exemplo: Encostou o carro junto à calçada.

17. Os produtores de uva enfrentaram uma queda de produção de 70% devido à ocorrência de
geadas em outubro.
Devo advertir que o uso de devido a não tem o “respaldo dos autores cuidadosos”, 
no dizer do professor A. da Gama Kury, porque a locução surgiu da “masculinização” 
do particípio do verbo dever, que concordava normalmente com o substantivo referente:
“ausência devida a problemas pessoais; problemas devidos ao excesso de chuvas”.

Já a opinião de Celso Luft é a seguinte: “Os puristas não gostam desta locução e acham que devido
deve ser usado apenas como particípio: o acidente foi devido (= deveu-se) a um descuido. O uso 
corrente da locução, claro, desautoriza os puristas”.

Em todo caso, observe-se a concordância quando devido é realmente particípio e atente-se sempre 
para a colocação do acento indicativo de crase diante de substantivo feminino, dada a presença da
preposição a nos dois casos: Acidentes devidos a motoristas imprudentes / ao desatino / à imprudência 
do motorista... Foi cancelado o show devido a problemas /devido ao tempo / devido à chuva.

DADO O, DADA A
Dada a dificuldade em alugar uma casa, ficaremos no apartamento.

Que não se faça confusão com a locução "devido a", apesar da semelhança de significado e uso.
Dado sim é um particípio; não rege preposição, portanto não forma uma locução, mas concorda 
com o substantivo sequente: Dado o mau tempo / dados os raios e trovões / dada a chuva / 
dadas as condições de tempo, não fomos à praia.




VÍRGULAS DEPOIS DO SUJEITO E COM ADVÉRBIO DE MODO

“Há regra para colocação de vírgula? Eu costumo empregar o método da respiração.” 
Assim escreveu, com muita espontaneidade, o leitor Adelino Miranda, de Porto Alegre/RS.

Como já tivemos oportunidade de dizer, não se coloca vírgula de ouvido simplesmente; 
não há uma necessária conexão entre vírgula e pausa – “nem a toda pausa corresponde
uma vírgula, nem a toda vírgula corresponde uma pausa...”, sustenta Celso Luft. O fato é
que a vírgula obedece a critérios sintáticos, não se devendo separar os termos da oração
unidos sintaticamente, ou seja, colocar vírgula entre sujeito e verbo, entre verbo e complementos,
a não ser que haja encaixes entre esses elementos.

Vírgula entre sujeito e predicado/verbo é erro, consequentemente. Maus exemplos:

* O Laboratório Botânicoestá completando 15 anos.

* As conquistas recentes e o seu carisma, colocam Guga como o tenista mais popular de
 todo o circuito.

* A inobservância das obrigações estabelecidas nesta lei, sujeitará o infrator às penas previstas
 na legislação.

Exemplos corrigidos:

O Laboratório Botânico está completando 15 anos.

As conquistas recentes e o seu carisma colocam Guga como o tenista mais popular de
 todo o circuito.

A inobservância das obrigações estabelecidas nesta lei sujeitará o infrator às penas 
previstas na legislação.

Desconfie da vírgula antes do verbo! Ela só estará ali se houver um encaixe ou intercalação, que se
 marca por duas vírgulas:

Errado: O 1° Congresso Internacional de Educação Holística – CIEH, foi lançado com festa.  [não vai
 a vírgula mesmo que na leitura se faça pequena pausa depois da sigla]

Certo:  O 1° Congresso Internacional de Educação Holística – CIEH foi lançado com festa.

Com encaixe: O 1° Congresso Internacional de Educação Holística – CIEH, a ser promovido pelo
 Colégio Coração de Jesus, foi lançado com festa.

Observemos mais dois exemplos em que o sujeito está separado do seu predicado por uma
 intercalação entre vírgulas:

A propriedade utilizada pelo ex-governador Hercílio Luz para passar os dias de 
descanso no distrito de Taquaras, em Rancho Queimado/SC, está prestes a se
 transformar num empreendimento que unirá lazer e preservação do patrimônio.

A globalização, seja de forma direta ou indireta, está expondo os agricultores do 
Mercosul a um perigo mais forte:  o de servirem de cobaias para agrotóxicos que 
são proibidos em países da Europa.

--- Os advérbios terminados em mente são necessariamente colocados entre vírgulas? Mirian Silva 
Rossi, São Paulo/SP

De jeito nenhum! Veja algumas boas frases: Esta é uma medida tecnologicamente possível.
 Falou incansavelmente para a multidão. Saiu-se razoavelmente bem. Ele disse que 
lamentavelmente não havia condições de retorno. As cores azul e verde correspondem 
respectivamente aos grupos 10 e 11.

Você só colocará o advérbio de modo (terminado em “-mente”) entre vírgulas se quiser dar 
ênfase especial ao que ele expressa, por exemplo: Ontem, infelizmente, não nos encontramos
 no colégio.  As cores azul e verde correspondem, respectivamente, aos grupos 10 e 11.

Maria Tereza de Queiroz Piacentin

sexta-feira, 15 de março de 2013

Como se salvar! ATAQUE CORAÇÃO:


COMO SOBREVIVER A UM ATAQUE CARDÍACO QUANDO SOZINHO


Como muitas pessoas estão sozinhas quando sofrem um ataque cardíaco, sem ajuda, a pessoa cujo coração está batendo indevidamente e que começa a se sentir fraco, tem apenas cerca de 10 segundos antes de perder a consciência.

No entanto, essas vítimas podem ajudar a si mesmos tossindo repetidamente e vigorosamente. Uma respiração profunda deve ser efetuada antes de cada tosse, e a tosse deve ser profunda e vigorosa, prolongada como se produzida no interior do tórax.

A respiração e a tosse devem ser repetidas a cada dois segundos, sem parar, até que a ajuda chegue, ou até que sinta que o coração está batendo normalmente.

Respirações profundas obtém oxigênio para os pulmões e os movimentos de tosse pressionam o coração e mantém o sangue circulante. A pressão de compressão sobre o coração também ajuda a recuperar o ritmo normal. Desta forma, vítimas de ataque cardíaco podem chegar a um hospital. Diga a muitas outras pessoas sobre isso. Isso pode salvar suas vidas!

Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail enviarem para 10 pessoas, você pode apostar que nós vamos salvar pelo menos uma vida.Recolher esta postagem

sábado, 9 de março de 2013

Palavras conforme o novo Acordo Ortográfico - CONSULTA RÁPIDA

O TREMA FOI SUPRIMIDO EM PALAVRAS PORTUGUESAS OU APORTUGUESADAS. Exemplos:  Anhanguera, frequente, linguiça, sequência, tranquilo. Conserva-se o trema em palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros. Exemplo: mülleriano (de Müller), hübneriano (de Hübner).

COM A:
abençoo (f.verbal)
abotoo (f. verbal)
açoriano
acriano
adenoide
aeroespacial
afro-asiático
afrodescendente
afro-luso-brasileiro
afromestiço
agroindustrial
água com açúcar
água de cheiro
água-de-colônia
águe / ague (ú) (f. verbais)
aiuba
alcaloide
alcateia
além-fronteira
antirrugas
antissemita
antisséptico
antissequestro
antissimetria
antissionista
antissocial
antissoviético
anti-Stalin
antistalinista
antropoide
ao deus-dará
apneia
apoio, apoiem, apoie (f. verbais)
aquém-mar
aquém-oceano
arco-da-velha
arguo, arguis, argui (f. verbais)
arqui-hipérbole
arqui-inimigo
arqui-irmandade
arquirrivalidade
arquirromântico
assembleia
asteroide
ateia
autoadesivo
autoafirmação
autoajuda
autoanálise
autoaprendizagem
autoavaliação
além-mar
ama de leite
amoreia
amor-perfeito
anajá-mirim
andá-açu
andorinha-do-mar
andorinha-grande
Andreia
androide
anglo-americano
anglo-canadense
ante-estrela (vogal + vogal igual = hífen)
ante-hipófise
anterrosto
antessacristia
antessala
antessocrático
autoescola
autoestima
autoestrada
autoimunidade
autoindicação
autoinstrução
autointoxicação
auto-observação
auto-ônibus
autopiedade
autorregulamentação
autorrespeito
autosserviço
autossuficiência
autossugestão
autossustentável
averíguo / averiguo (ú) (f. verbais)
azaleia
antiaéreo
antialcoólico
antialérgico
antiamericanismo
antiético
anti-hemorrágico
anti-herói
anti-higiênico
anti-horário
anti-humano
anti-ibérico
anti-imperialismo
anti-infeccioso
anti-inflacionário
anti-inflamatório
antioxidante
antirrábico
antirracismo
antirreligioso
antirroubo

AGUARDEM COM A LETRA B!






domingo, 24 de fevereiro de 2013

CASOS RAROS: “Trata-se de casos raros” OU “Tratam-se casos raros ?!?


Por que se diz “Trata-se de casos raros” mas ao mesmo tempo se pluraliza o verbo numa frase semelhante:
Tratam-se casos raros de câncer naquele hospital”? Qual a diferença? Na 1ª frase o verbo tratar é usado
como transitivo indireto(portanto o sujeito é indeterminado), e na 2ª como transitivo direto, o que lhe permite 
ser apassivado (há um sujeito na voz passiva).

Esses verbos que têm dupla transitividade podem ser encontrados em frases estruturalmente parecidas
mas sintaticamente diferentes justamente por causa da preposição. Podemos verificar que, ao ser usado
um complemento/substantivo no plural, a construção varia de singular para plural conforme a transitividade
ou regência do verbo:

Precisa-se de vendedores ágeis. ["vendedores" é objeto indireto – voz ativa]
Precisam-se vendedores ágeis.  ["vendedores" é sujeito da voz passiva]

Atendeu-se às reivindicações.
Atenderam-se as reivindicações.

Usa-se de artifícios para driblar a torcida.
Usam-se artifícios para driblar a torcida.

Sempre se utilizou de vacinas para tratar o gado.
Sempre se utilizaram vacinas para tratar o gado.

Sabe-se dessas coisas por meio dos jornais.
Sabem-se coisas do arco-da-velha.

Falou-se dos deputados em todo o país.
Falaram-se assuntos impublicáveis no Congresso.

Com este projeto visa-se aos interesses ecológicos da comunidade ilhoa.
Com este projeto visam-se os interesses ecológicos da comunidade ilhoa.

Para dar conta do desafio, parte-se dos seguintes princípios.
Para dar conta da alimentação de todos, partem-se os pães em pedaços.

VOZ PASSIVA COM AUXILIAR E INFINITIVO

Quando se utiliza uma locução verbal na voz passiva com um verbo (principal) transitivo direto, pode-se
empregar o auxiliar [dever, poder, estar] tanto no singular quanto no plural:

Deve-se analisar os fatos.

Pode-se arrumar as camas agora.

Não se pode impor limites ao coração.

Está-se a dizer coisas de arrepiar...

Podem-se comprar carnes e frios à vontade na loja da esquina.

Acredito que se poderiam dar melhores condições aos produtores.

Acho que se devem estudar os processos minuciosamente.

É certo que todas essas frases podem ser desdobradas na voz passiva analítica. Por exemplo: Os fatos devem
ser analisados,  carnes e frios podem ser comprados, poderiam ser dadas condições... Esse desdobramento
mostra que há um sujeito no plural com o qual deveria concordar o verbo. Contudo, também se pode entender
que o sujeito é o infinitivo, como se fosse assim o enunciado: analisar os fatos se deve; impor limites ao coração
não se pode... Isso explicaria a aceitabilidade da construção no singular, aliás muito mais usada, por soar melhor.

A maior parte dos livros de gramática foge dessa particularidade. Domingos Paschoal Cegalla, no entanto, ao tratar da concordância do verbo passivo, diz textualmente:
“Nas locuções verbais formadas com os verbos auxiliares poder, dever costumar, a língua permite usar o verbo auxiliar no plural ou no singular, indiferentemente” (Minigramática da Língua Portuguesa, Cia. Editora Nacional, 1996, p. 388 e Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, idem, 1985, p. 388).

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PRONOMES: dúvida cruel - CUJO E CUJA


No português moderno, cujo é pronome relativo que se emprega em sentido possessivo. Vale por de quem ou de quedo qual. É imediatamente seguido de um substantivo ou palavra substantiva, com quem deve concordar flexionando no feminino (cuja) e no plural (cujos e cujas). Sendo pronome relativo, ele se reporta a um substantivo mencionado anteriormente, ou seja, indica uma posse de alguém ou de algo referido antes:

1. Sofrem as mães cujos filhos vão à guerra.
2. O problema cuja solução buscamos não é exclusivo da nossa época.
3. Dias depois conheceu Orfeucujo irmão havia sido seu companheiro de batalhas.
4. Por indicação do professor, leram dez livros no semestre, cujos autores são considerados pós-modernos.
5. Os astronautas estudaram o volume dos oceanoscuja poluição pode interferir no equilíbrio ecológico do planeta.
6. Quando chegamos àquelas terras, o primeiro impacto visual foi dado pelos imensos campos cultivados, cujo amarelointenso inspirou a imaginação do pintor Van Gogh.

Você pode conferir o entendimento e uso correto do pronome nessas frases fazendo uma leitura de trás para frente: trata-se de 1) os filhos das mães; 2) a solução do problema; 3) o irmão de Orfeu; 4) ou autores dos 10 livros; 5) a poluição dos oceanos e 6) o amarelo dos campos cultivados.

Esquematizando:

- o pronome cujo deve ter  um antecedente e um consequente, ambos substantivos e um diferente do outro;

- deve concordar em gênero e número com o substantivo consequente;

- não admite artigo após si – *cujos os filhos* – pois esse pronome já contém em si o artigo definido.

ERROS POSSÍVEIS MAS EVITÁVEIS

Errado: Gostei do CD cujo me emprestaste. [não tem consequente, ou seja, não tem substantivo depois]
Certo: Gostei do CD que me emprestaste.

Errado: Li o livro “O Vermelho e o Negro” de Stendhal, cujo livro me encantou.
             [O consequente é repetição do antecedente]
Certo: Li o livro “O Vermelho e o Negro” de Stendhal, que/o qual me encantou.
Ou: Li o livro “O Vermelho e o Negro” de Stendhal, cujo enredo me encantou.

Errado: Saiu nova edição da revista Cultura, cuja a tiragem é de mil exemplares.
             [ocorrência proibida: o artigo definido o, a, os, as junto com o pronome]
Certo: Saiu nova edição da revista Cultura, cuja tiragem é de mil exemplares.

Errado pela norma-padrão: Tenho um amigo que o pai dele é general.
Certo: Tenho um amigo cujo pai é general.

CUIDADO ESPECIAL

Observar sempre o uso adequado da preposição antes do pronome relativo, conforme tratado na coluna Não Tropece na Língua 9:

Este é o romance a cujo autor me refiro.

Votaremos no candidato com cujas ideias concordamos.

Fomos a Jerusalém, de cujas colinas tiramos belas fotos.

Os consumidores recebem botijões por cuja segurança as empresas de gás devem se responsabilizar.

Enfim, é pela sofisticação do seu emprego que o pronome cujo é praticamente uma exclusividade da linguagem culta escrita. Mas vale a pena aprender a bem usá-lo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

CAMINHADA SEGURA





Toda atividade física exige alguns cuidados antes da prática. A caminhada é um exercício popular, que exige poucos equipamentos adequados e pode ser praticado por pessoas de qualquer idade. Os profissionais da saúde, entre médicos, nutricionistas e educadores físicos recomendam o acompanhamento especializado para qualquer atividade física.
Mas, algumas dicas podem ser seguidas por qualquer praticante da caminhada.
- Comece com 5 minutos de caminhada lenta, para o aquecimento dos músculos e preparação do sistema cardiovascular.
- Passe, depois, para um ritmo mais intenso, por 20 a 50 minutos, evitando ficar ofegante.
- Ao final da atividade, é muito importante voltar à calma. Isso pode ser feito caminhando devagar por 5 minutos.
- Faça alongamentos antes e após a caminhada. Atenção especial à musculatura das panturrilhas (“barriga da perna”), posterior das coxas e glúteos.
- Caminhe regularmente, no mínimo 3 vezes por semana.
Alguns cuidados também são recomendados por médicos e fisioterapeutas, para se praticar a caminhada.
- Prefira horários com menor incidência da luz solar (até às 10h ou após às 16h). Lembre-se de usar o protetor solar.
- Use calçados adequados, confortáveis e que proporcionem bom amortecimento. As roupas devem ser leves e arejadas.
- Beba água à vontade: antes, durante e depois da atividade.
- Inicialmente, percorra distâncias maiores em velocidades menores. Somente após ganhar capacidade física, aumente a velocidade.