sexta-feira, 1 de março de 2019

REVOLUÇÃO FARROUPILHA:

RAPIDINHA: o que foi ?

Ela foi uma das revoluções mais importantes na história do Brasil, retratada em minisséries, no cinema e em romances da literatura brasileira. Também conhecida como Guerra dos Farrapos, ela aconteceu no período de 1835 a 1845, no Rio Grande do Sul, sendo a mais longa e sangrenta da história.
A revolução aconteceu durante o período Regencial e ganhou relevância devido à longa duração. Teve a participação da elite gaúcha, entre eles, fazendeiros de gado. Estes, por sua vez, tiveram apoio da população mais pobre, que entrou na luta. Liderada por Bento Gonçalves, a guerra também contou com nomes de destaque como italiano Giuseppe Garibaldi.
A guerra se deu por conta da alta taxa de impostos cobrada pelo governo sobre diversos produtos, a exemplo da charque da região, carne seca típica brasileira, do sal, que era o produto base para a fabricação da mesma, além da erva-mate, couros, graxa, entre outros insumos. A charque era o principal alimento oferecido aos escravos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. E, enquanto o produto brasileiro tinha alta taxação de impostos, o que era produzido por uruguaios e argentinos tinha uma taxação menor.
Alguns fatores também foram motivo da revolução, tal como a insatisfação pela criação da Guarda Nacional, e com o fato do governo ter se negado a contribuir com os prejuízos causados por uma praga de carrapatos que tomou conta do gado na época, entre outros mais. O conflito chegou, inclusive, a cogitar a proclamação da República Rio-Grandense, gerando um movimento separatista, conhecido como República de Piratini. A revolução acabou depois que houve negociação entre os estancieiros gaúchos e o governo.
Fonte: Varejão do estudante.

CONCORDÂNCIA: COM MIL E MILHÃO + Verbo PREFERIR

--- É correto dizer: “sobrou 1,86 milhão” (no singular)? Igualmente, é correta a frase: “foi processado 1,284 milhão de declarações” (também no singular)? Moacyr Medeiros, São Paulo/SP

Comecemos pelo numeral 1, o único que é singular: dizemos que 1 caiu, mas 2, 3, 10 caíram; sobrou um, sobraram dois ou três. Já o numeral milhão comporta-se como substantivo masculino, e quando o número antes da vírgula é 1, o verbo fica no singular, concordando com o núcleo do sujeito:

Sobrou 1,86 milhão. [um milhão, oitocentos e sessenta mil]
O #BCCCV esclarece:


Se aí acrescentarmos um substantivo para especificar a quantidade, poderemos então optar pela concordância ou com o número (a) ou com o nome (b). Mas quando o verbo está antes do número, recomenda-se fazer a concordância com o número. Assim:


a) Sobrou 1,86 milhão de dólares. [= Sobrou um milhão, oitocentos e sessenta mil dólares]
b) Um milhão, oitocentos e sessenta mil dólares sobraram.


a) Foi processado 1,284 milhão de declarações. 
b) Um milhão, duzentos e oitenta e quatro mil declarações foram processadas.


Observemos outras frases corretas que encontrei e anotei:


Foi gasto 1,5 milhão de cruzados na reconstrução da cidade.

Aproximadamente 1,5 milhão de reais foram gastos na recuperação do esgoto.

Estima-se que um milhão e trezentas mil pessoas foram atingidas pela seca.

Foi atendido um milhão de pessoas nas áreas de risco.

Foram atendidas 1 milhão e 800 mil pessoas.

Mais de um milhão de pessoas foram atendidas.

Constatou-se que um milhão de tomates seriam jogados fora.

Um milhão de árvores foram prejudicadas pelo furacão – exagerou o repórter. 

Para se ter uma ideia, foi feito um milhão de novas contratações somente no período de 1980 a 1984 no setor público.

Um milhão de laranjas foi exportado para a Flórida naquele ano.

Um milhão de laranjas foram exportadas.

Dois milhões e seiscentas mil laranjas foram exportadas.


Com a quantidade de mil, a concordância verbal e nominal é feita com o nome que o acompanha:


Foram encontrados mil marcos antigos.

Mil pessoas foram salvas.

Foram respondidas ao todo duas mil e duzentas cartas.

Os dois mil ducados vistos no bolso do marquês eram fruto da corrupção.


REGÊNCIA DO VERBO PREFERIR
 

Preferimos os lugares mais à frente.

Prefiro chá café.

O atleta disse que sempre preferiu sauna seca a banho turco.

Acho que prefiro sair sentar tão longe. [formal escrito, coloquial tenso]

Acho que prefiro sair do que sentar tão longe. [informal, coloquial distenso]


O verbo preferir repele qualquer expressão que indique intensidade, como mais, muito, antes, mil vezes ("prefiro mais isso", p. ex.). Por analogia com a construção “Gosto mais de tênis do que de futebol”, costuma-se falar "Prefiro jogar tênis do que jogar vôlei", que é um modo mais eficaz de se comunicar e se fazer entender; contudo, essa é uma regência condenável do ponto de vista da gramática normativa. 


 

Maria Tereza de Queiroz Piacentini

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

ALUÍSIO DE AZEVEDO:

Grandes nomes das artes: 


Caricaturista, jornalista, romancista e diplomata. O escritor Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo, ou Aluísio Azevedo como era conhecido, nasceu em 14 de abril de 1857, em São Luis (MA). Foi o membro fundador da cadeira nº. 4 da Academia Brasileira de Letras. Até a sua adolescência, o escritor estudou e trabalhou como caixeiro e guarda-livros.
Desenvolveu grande interesse pelo desenho e pela pintura e, em 1876, foi estudar na Imperial Academia de Belas Artes, onde hoje é a Escola Nacional de Belas Artes. Em paralelo, trabalhava também como caricaturista para jornais como O Fígaro, O Mequetrefe, Zig-Zag e A Semana Ilustrada. Foi a maneira que encontrou para se manter financeiramente. Com a morte do pai, em 1878, retornou a São Luís para cuidar da família, começando sua vida de escritor. Um ano depois, escreveu o romance Uma lágrima de mulher, Também foi colaborador do jornal anticlerical O Pensador, que era a favor da abolição da escravatura, em contraposição aos padres.
Uma de suas primeiras grandes obras, O Mulato, foi lançada em 1881, causando grande reboliço e escândalo na sociedade maranhense, devido à sua linguagem naturalista e ao tema abordado, sobre o preconceito racial, tornando-se um dos grandes nomes do movimento literário Naturalismo. Neste mesmo ano, retorna ao Rio de Janeiro, onde decide se dedicar à vida de escritor. Tempo depois, deu uma parada na vida de escritor e foi ser diplomata, indo para a Espanha, depois para Japão, Argentina, Inglaterra e Itália, sendo nomeado como cônsul, em 1910. Faleceu aos 56 anos, na Argentina, último lugar onde ocupou o posto, em 21 de janeiro de 1913, aos 56 anos.
Em suas obras, Aluísio fazia grande observação e análise da degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante, principalmente o português, que serviram de inspiração para outras duas grandes obras: Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). Escreveu diversos romances, contos e crônicas, bem como peças de teatro. Além destas obras, Aluísio também é o autor de Memórias de um Condenado, Mistérios da Tijuca, Filomena Borges, O Coruja, A Mortalha de Alzira, O Livro de uma Sogra, e muitas outras para o teatro.
Capa do livro "O ccortiço"
Para conhecer um pouco de sua obra, a sugestão é o livro O Cortiço, onde escreve sobre o dia a dia de um cortiço carioca do século XIX, sob o olhar impiedoso de uma análise naturalista-realista de seus habitantes.
Fonte: Varejão do estudante.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

USO E OMISSÃO DO ARTIGO DEFINIDO E INDEFINIDO: (2)

Vimos, anteriorrmente, as regras gerais de emprego do artigo definido e indefinido. Há, no entanto, muito mais: o uso é variado e amplo. Normalmente nos guiamos pela intuição, mas é possível estabelecer algumas normas que presidem o uso ou a omissão do artigo. Vejamos caso a caso.

          - Só é possível comparecer ao baile com trajes de época.

“De época” é expressão usada para designar algo (fantasia, móvel, filme) que traz o estilo ou as características de determinado período (no passado). Com o artigo (da), seríamos obrigados a determinar qual a época.
O BCCCV esclarece:


          -  (A) Maria Cleusa pediu que você ligasse para ela.
O artigo junto ao nome de batismo da pessoa é facultativo: no Sul do Brasil é sempre usado, ao passo que em outras regiões dispensa-se o artigo sistematicamente.

          - João Figueiredo pediu para ser esquecido.
Os nomes próprios de pessoas, quando usados por inteiro, não devem ter artigo; este no entanto poderá ser usado se com a pessoa mencionada houver familiaridade, real ou pretensa: Agradeci a ajuda da Nilcéa P. Lemos na elaboração da tese. Comprei um disco da Gal Costa

          - Gostaria de descer o Amazonas até os Andes.
Usa-se o artigo com nomes próprios geográficos, nomes de países e de alguns Estados brasileiros (o Paraná, o Rio de Janeiro, a Bahia, o Rio Grande do Sul, o Espírito Santo etc.).

          - Visitarei Belo Horizonte Salvador nos próximos dias.
Nomes de cidades prescindem de artigo. Há exceções: o artigo pode ser usado quando o nome da cidade deriva de um substantivo comum: Rio de Janeiro, o Cairo, o Porto, sendo optativo em outros casos: (o) Recife, (a) Laguna (SC). 

          - Finalmente visitarei a Ouro Preto dos meus sonhos.
Nomes de cidades passam a admitir o artigo desde que acompanhados de qualificação (“dos meus sonhos”, neste caso).

          - Sua Alteza casou com Dona Teresa Cristina. / Espero não ter interrompido V. Exa.
Não se usa artigo antes de pronomes pessoais e de tratamento.

          - Falei com a srta. Ana, sua secretária, antes de vir procurá-la, senhora deputada.
Dentre as expressões de tratamento, senhorsenhora e senhorita são as únicas que admitem artigo, mas não quando vocativo, ou seja, quando nos dirigimos à própria pessoa.

          - Santo Antônio é seu padroeiro e confidente.
Os adjetivos SãoSanto e Santa, quando acompanhados de nome próprio, não admitem artigo; tampouco se articula Nosso Senhor Nossa Senhora.

          - Voltou para casa mais tarde do que de hábito. / Voltou para a casa dos pais depois da separação.
O artigo é omitido antes da palavra casa quando designa residência, lar. Mas não quando particularizada ou usada na acepção de prédio, estabelecimento

          - Finalmente estou em terra – já não aguentava o enjoo do navio.
Omite-se o artigo junto ao vocábulo terra quando em oposição a bordo, mar.

          - Esteve em palácio por convocação do Governador.
Costuma-se omitir o artigo com a palavra palácio quando designa a residência ou o local de despacho de um chefe de governo.

          - Pagou R$ 4,00 o quilo da maçã. / Custa mil o metro.
O artigo é usado nas expressões de peso e medida com o sentido de “cada”.

          - O inverno brasileiro é moderado.
Usa-se o artigo com as estações do ano, exceto quando elas vêm precedidas de de, significando "próprio de", como em “gosto do sol de inverno”.

Maria Tereza de Queiroz Piacentini

sábado, 9 de fevereiro de 2019

ARTIGO DEFINIDO E INDEFINIDO: (1)

USO e NÃO USO:

No Brasil é grande a preocupação com a crase, mas poucas pessoas se dão conta de que conhecer bem o artigo é imprescindível para se fazer bom uso do acento indicativo de crase. O artigo é a palavra que introduz o substantivo, indicando-lhe o gênero (masculino/feminino) e o número (singular/plural).

O BCCCV esclarece:


O artigo definido – o, a, os, as – individualiza, determina o substantivo de modo particular e preciso. Designa um ser já conhecido do leitor ou ouvinte. Exemplos:

O violino está desafinado. [referência a um instrumento específico, seja o meu ou o seu, enfim aquele já mencionado]

A lâmpada queimou. [a apontada ou a única no local]

Falei com os meninos. [meninos já conhecidos do falante]

Vimos as estrelas no telescópio. [as estrelas de que falávamos antes]

O artigo definido também é empregado para indicar a espécie inteira; isto é, usa-se o singular com referência à pluralidade dos seres:

O homem é mortal.  [ = todos os homens]

A acerola contém grande quantidade de vitamina C.

Dizem que o brasileiro é cordial.

O artigo indefinido 
– um, uma, uns, umas – determina o substantivo de modo impreciso, indicando que se trata de simples representante de uma dada espécie. Designa um ser ao qual não se fez menção anterior. Exemplos:

Um violino está desafinado. [um dentre os vários da orquestra]

Uma lâmpada queimou. [uma das diversas existentes no local]

Falei com um menino. [não é particularizado]

Vimos uma estrela no telescópio. [uma representante da espécie]

Marcos deve ter uns quarenta anos. [aproximação]

Por questão de estilo, evita-se a utilização frequente de um, uma. O abuso do artigo indefinido torna a frase pesada e deselegante. Observe nos períodos abaixo como certos artigos são desnecessários:

A menina ganhou (uns) lindos brinquedos.

Recebemos do interior de São Paulo (uns) pêssegos maravilhosos.

O funcionário está respondendo a (um) processo por malversação de dinheiro.

“Sou muito feliz por ter (uns) pais como vocês”, escreveu a criança.

Ter (uma) boa saúde é fundamental.

Colocar um coração de (um) babuíno em um recém-nascido foi (um) ato tão ousado quanto atravessar o Atlântico a nado.

É mais elegante deixar fora o artigo indefinido antes de pronome de sentido indefinido, como "tal, certo, outro":

Vi Laura em (uma) tal consternação que achei melhor ficar quieto.

Encontrei (uma) certa resistência quando sugeri que discutíssemos o assunto em (uma) outra ocasião.

Acabei não mencionando (um) outro caso interessante.

Em alguns casos nem o pronome indefinido é necessário:

A neve e o vento glacial alteraram a paisagem europeia e não pouparam país.

Está certa a ausência do artigo, pois significa que nenhum país (da Europa) foi poupado no pior inverno dos últimos anos. É importante notar que a indefinição se faz mentalmente – não é preciso constar explicitamente o artigo ou o pronome indefinido. Caso a reportagem estivesse se referindo só à Inglaterra ou à Suécia, por exemplo, o redator teria escrito “não pouparam o país”.

Entretanto, o artigo indefinido é usado como reforço em expressões exclamativas:

Foi uma alegria te ver. O desfile foi um horror!

Maria Tereza de Queiroz Piacentini

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

VERBOS: transitividade; voz passiva; regência

Por que se diz “Trata-se de casos raros” mas ao mesmo tempo se pluraliza o verbo numa frase semelhante: “Tratam-se casos raros de câncer naquele hospital”? Qual a diferença? Na 1ª frase o verbo tratar é usado como transitivo indireto(portanto o sujeito é indeterminado), e na 2ª como transitivo direto, o que lhe permite ser apassivado (há um sujeito na voz passiva).
BCCCV esclarece:


Esses verbos que têm dupla transitividade podem ser encontrados em frases estruturalmente parecidas mas sintaticamente diferentes justamente por causa da preposição. Podemos verificar que, ao ser usado um complemento/substantivo no plural, a construção varia de singular para plural conforme a transitividade ou regência do verbo:


Precisa-se de vendedores ágeis. ["vendedores" é objeto indireto – voz ativa]
Precisam-se vendedores ágeis.  ["vendedores" é sujeito da voz passiva]


Atendeu-se às reivindicações. 
Atenderam-se as reivindicações.


Usa-se de artifícios para driblar a torcida.
Usam-se artifícios para driblar a torcida.


Sempre se utilizou de vacinas para tratar o gado.
Sempre se utilizaram vacinas para tratar o gado.


Sabe-se dessas coisas por meio dos jornais. 
Sabem-se coisas do arco-da-velha.


Falou-se dos deputados em todo o país. 
Falaram-se assuntos impublicáveis no Congresso.


Com este projeto visa-se aos interesses ecológicos da comunidade ilhoa.
Com este projeto visam-se os interesses ecológicos da comunidade ilhoa.


Para dar conta do desafio, parte-se dos seguintes princípios.
Para dar conta da alimentação de todos, partem-se os pães em pedaços.


VOZ PASSIVA COM AUXILIAR E INFINITIVO


Quando se utiliza uma locução verbal na voz passiva com um verbo (principal) transitivo direto, pode-se empregar o auxiliar [dever, poder, estar] tanto no singular quanto no plural:


Deve-se analisar os fatos. 

Pode-se arrumar as camas agora.

Não se pode impor limites ao coração.

Está-se a dizer coisas de arrepiar...

Podem-se comprar carnes e frios à vontade na loja da esquina.

Acredito que se poderiam dar melhores condições aos produtores.

Acho que se devem estudar os processos minuciosamente.


É certo que todas essas frases podem ser desdobradas na voz passiva analítica. Por exemplo: Os fatos devem ser analisados,  carnes e frios podem ser comprados, poderiam ser dadas condições... Esse desdobramento mostra que há um sujeito no plural com o qual deveria concordar o verbo. Contudo, também se pode entender que o sujeito é o infinitivo, como se fosse assim o enunciado: analisar os fatos se deve; impor limites ao coração não se pode... Isso explicaria a aceitabilidade da construção no singular, aliás muito mais usada, por soar melhor.


A maior parte dos livros de gramática foge dessa particularidade. Domingos Paschoal Cegalla, no entanto, ao tratar da concordância do verbo passivo, diz textualmente: “Nas locuções verbais formadas com os verbos auxiliares poder, dever costumar, a língua permite usar o verbo auxiliar no plural ou no singular, indiferentemente” (Minigramática da Língua Portuguesa, Cia. Editora Nacional, 1996, p. 388 e Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, idem, 1985, p. 388).


Maria Tereza de Queiroz Piacentini

TORRE EIFFEL:

Um dos grandes monumentos de Paris:

Quando falamos em Paris, a imagem que vem à mente das pessoas é a Torre Eiffel, um dos maiores monumentos da humanidade. Símbolo de Paris, ela teve sua construção iniciada em 28 de janeiro de 1887.

A Torre Eiffel foi projetada Gustave Eiffel e teve sua inauguração em 1889. Ela já chegou a ser a uma das construções mais altas do mundo e possui 300 metros de altura. Trata-se de uma torre feita de treliça de ferro, localizada no Champ de Mars, e já foi visitada por milhões de pessoas no mundo todo.
O intuito de sua construção era o de comemorar os cem anos da Revolução Francesa (1789-1799). Na época, o governo francês pensou em fazer uma exposição mundial e lançou um concurso de design arquitetônico, foram recebidos mais de cem projetos e o escolhido foi justamente o de Gustave Eiffel, que deu nome ao monumento.
E para quem aprecia a França e suas arquiteturas, sugerimos a leitura do livro O Arquiteto de Paris, de Charles Belfoure. É um romance inspirador sobre escolhas e sacrifícios durante a ocupação nazista Na Paris de 1942, o talentoso arquiteto Lucien Bernard aceita uma encomenda que lhe renderá uma boa quantia de dinheiro, mas que talvez o leve à morte. Se for esperto o bastante, porém, poderá se safar de qualquer problema.
Fonte: Varejão do Estudante