sábado, 16 de outubro de 2010

PLANETA HARMONIA~~♥ Trabalhe com os GARIS'NAT~~tERRA VIVA♥

ÁGUA DE REÚSO
  •  Que é água de reúso?
A água de reúso é produzida dentro das Estações de Tratamento de Esgoto e pode ser utilikzada para inúmeros fins, como geração de energia, refrigeração de equipamentos, em diversos processos industriais, em prefeituras e entidades que usam a água para fins não potáveis. As empressas podem aproveitar o produto na cadeia produtiva e colaborar com a ampliação da oferta de água destinda ao abastecimento público, colaborando, assim, com a sustentabilidade ambiental.
A água de reúso é obtida através do tratamento avançando dos esgotos gerados pelos imóveis conectados à rede coletora de esgotos. Pode ser utilizada nos processos que não requerem água potável, mas sanitariamente segura, gerando redução de custos e garantindo o uso racional da água.


  • A importância da água de reúso:
O uso responsável da água é fundamental não somente nas regiões metropolitanas, mas em todo o mundo. Cada litro de água de reúso utilizado representa um litro de água conservada em nossos mananciais.
O assunto é tão importante que faz parte da Estratégia Global para Administração da Qualidade das Águas, proposta pela ONU, para preservação do meio ambiente. É uma maneira inteligente e capaz de assegurar que as gerações futuras tenhamm acesso a esse recurso tão precioso e essencial à vida: a água potável.
  • Para quais fins pode ser utilizada?
Utiliza-se para inúmeros fins, como geração de energia, refrigeração de equipamentos, em diversos processos industriais, lavagem de ruas e alguns usos na agricultura.
  • Posso beber a água de reúso?
NÃO. A água de reúso não é potável; portanto, não deve haver nenhum tipo de uso/consumo humano, apesar de sua aparência ser semelhante à potável.
Quem pode comprar a àgua de reúso?
Indústrias, empresas de construção civil, prefeituras, comércio e transportadoras.
Fonte:: http://www2.sabesp.com.br/solucoesambientais/produtos/agua_reuso/agua_reuso.asp

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ENFARTE, ENFARTO, INFARTO?

Essas três formas de dizer (e de escrever) estão corretas e são, obviamente, aceitáveis. Devemos evitar apenas a forma infarte.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

RAPIDINHA DE PORTUGUÊS: Infração ou inflação?!?

  1. INFRAÇÃO:
  • Violação de uma regra ou de uma lei.
EXEMPLO:
  • Cometeu uma infração de trânsito. 

2. INFLAÇÃO:

  • Ato de encher, crescer.
  • É exatamente o que vem acontecendo com os preços em relação aos salários.
EXEMPLO:

  • A inflação neste mês está muito alta.

sábado, 2 de outubro de 2010

RAPIDINHA DE PORTUGUÊS:

ESTÁ ESTAVA OU ESTIVERA - HÁ OU HAVIA?????!!!???

Quando se indica um fato passado, usando o verbo no presente do indicativo, demarca-se o tempo transcorrido, introduzindo-o por há.

EXEMPLO:
  • Ele está preso 15 dias.
Entretanto, se passarmos o verbo para o imperfeito ou para o mais-que-perfeito do indicativo, demarcaremos o tempo transcorrido, introduzindo-o por havia.

EXEMPLOS:
  • Ele estava preso havia 15 dias.
  • Ele estivera preso havia 15 dias.
NOTE BEM: Se, porém, usarmos o verbo no perfeito do indicativo, manteremos a forma .

EXEMPLO:
  • Ele esteve preso 15 dias.

sábado, 25 de setembro de 2010

SANAR OU SANEAR? O BCCCV esclarece:

  • SANAR: Curar,  sarar, corrigir.
 EXEMPLOs:

É preciso sanar esse mal.
Sanaremos todas essas falhas.

  • SANEAR: Recuperar, remediar, tornar habitável, reparar.
EXEMPLOs:
O governo saneará (recuperará) o Rio Acre.
Precisamos sanear as finanças do país.
A Prefeitura saneou (tornou habitável) o bairro São Francisco.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"QUE" - Dúvida cruel - O BCCCV explica:

FAZER O QUÊ? 
E OUTROS QUES SEM ACENTO CIRCUNFLEXO
 
 


--- Acentua-se o ‘que’ neste caso: Fazer o quê, Fernando? (quando a frase termina com um vocativo). Carlos Eduardo Miranda, São Paulo/SP

Pela norma oficial, não. Reza o Formulário Ortográfico de 1943 (na 14ª regra da Acentuação Gráfica - Obs.) que o acento circunflexo deve ser usado como distintivo ou diferencial entre “porquê (quando é substantivo ou vem no fim da frase) e porque (conj.)”  e entre “quê (s.m., interj., ou pron. no fim da frase) e que (adv., conj., pron. ou part. expletiva)”. Vamos exemplificar essa regra quanto aos dois últimos “ques”:

  Com acento circunflexo:
. Substantivo masculino: Seu olhar tem um quê de misterioso e vago.
. Interjeição: Quê! isso é intriga.
. Pronome em fim de frase: Fumar pra quê?
                                                   Ele falou não sei o quê.
                                                   Analise como e por quê.

   Sem acento:
. Advérbio: Que beleza!
. Conjunção: O ministro disse que vai pensar no caso.
. Pronome: É linda a casa que construíram.
. Partícula expletiva: Que doce que ela é!

Em suma: escreve-se o que com acento para marcá-lo como monossílabo tônico, da mesma forma que se faz com ,, , e essa tonicidade ocorre com o que quando interjeição ou substantivo e quando pronome no final da frase.

Há, contudo, uma situação que deixa muitos brasileiros em dúvida: é justamente quando o “que” soa como tônico mas não vem no fim da frase – ao menos a frase entendida como um enunciado de sentido completo que se conclui com um ponto (final, de exclamação ou de interrogação). É para evidenciar essa tonicidade que alguns redatores usam o “que” acentuado no meio da frase ou antes de acabado o período:

Fazer o quê, Fernando?
Está pensando em quê, fofura?
São leituras, então, que intermedeiam o quê, para quê, através de quem.

Não se pode considerar o acento gráfico um erro nesses casos, de modo algum. Mas pelo sim, pelo não, é uma boa opção ater-se ao preceituado na gramática e não acentuar o “que” situado no meio da frase, com ou sem pontuação na sequência. Assim o fizeram as pessoas que escreveram os períodos abaixo:

Por que, Senhor?

O Washington e toda a equipe da W/Brasil mantiveram o frescor da campanha por 26 anos. Parar por que, então?

Confira nesta página como e por que – embora entrelaçadas por uma história inacabada – as duas guerras têm características singulares.

O redator-chefe de Primeira Leitura responde, numa reportagem sobre desinvestimento, o que e por que mudar.

Cometemos de fato o equívoco apontado, pelo que nos desculpamos.

Pedimos que nos envie o recibo e a nota fiscal, sem o que não realizamos nenhuma troca.

Para elas, mudou o que neste meio século? O penteado?

E se o barco afundar, vamos fazer o que, Presidente?